O prontuário clínico é um recurso indispensável na rotina do psicólogo. Ele garante não apenas a organização das informações, mas também o cumprimento das exigências do Conselho Federal de Psicologia (CFP). No modelo digital, o prontuário ganhou ainda mais relevância, por oferecer praticidade, segurança e adequação à legislação vigente.

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De acordo com o CFP, é dever do psicólogo manter registros de todos os atendimentos, seja presencial ou online. Esses registros precisam ser acessíveis, organizados e, principalmente, sigilosos. Isso significa que o prontuário não é apenas uma formalidade, mas sim um instrumento ético e técnico que protege tanto o profissional quanto o paciente.
“A confiança é a cola invisível que mantém todas as relações unidas.”
— Stephen Covey
A diferença entre o prontuário físico e o digital é clara. Enquanto o primeiro exige espaço de armazenamento e pode ser facilmente perdido ou danificado, o segundo oferece mobilidade, backup automático e maior segurança contra acessos não autorizados. Além disso, facilita a vida do psicólogo que atua em teleconsultas.
As vantagens do prontuário digital vão além da organização. Ele contribui para a imagem profissional, transmitindo confiança ao paciente, e ajuda o psicólogo a ganhar tempo em sua rotina. Em poucos cliques, é possível acessar histórico, registrar observações e acompanhar a evolução de cada caso.
Para organizar um prontuário digital de forma eficiente, vale seguir alguns passos simples:
Seguir essas práticas não só garante conformidade com o CFP, como também fortalece a relação de confiança entre psicólogo e paciente. Um prontuário bem cuidado é sinônimo de ética, responsabilidade e profissionalismo.